O Estatuto do Tibete
Início CCT - Songtsen : O Estatuto do Tibete : Juristas apelam à realização de Referendo
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DALAI LAMA LISBOA 2007


AMEAÇAS À IDENTIDADE
REALIZAÇÃO DE REFERENDODIREITOS INDIVIDUAISPág. 2/5
TRANSFERÊNCIA DE POPULAÇÃO
Desde 1950 que o número de colonos chineses que se estabelecem no Tibete tem vindo a aumentar. Os cidadãos chineses estabeleceram-se maioritariamente nas zonas urbanas e aí controlam o comércio, sendo os principais beneficiários do desenvolvimento económico.

De acordo com cálculos, baseados em estimativas, acredita-se que um terço da população, residente na Região Autónoma Tibetana, seja chinesa.
CULTURA TIBETANA
A base da cultura tibetana foi gravemente abalada quando as autoridades chinesas, durante a invasão do Tibete, destruíram o sistema monástico.
Os anos de Revolução Cultural continuaram com a destruição física dos mosteiros e monumentos tibetanos.
LÍNGUA
A predominância do chinês na educação, no comércio e na administração, aliada ao processo de modernização, obrigam os tibetanos a adoptar como língua o chinês,
pondo de parte a sua língua materna que já é marginalizada pelos chineses.
DESENVOLVIMENTO
A modernização das áreas urbanas do Tibete, equipou as cidades com infra-estruturas de saúde, transportes e comunicações. No entanto os cidadãos tibetanos tem sido discriminados no acesso a estes equipamentos.

A pobreza das gentes do Tibete, a exploração dos recursos naturais do país e o fluxo contínuo de colonos chineses tem tido um impacto negativo nas comunidades tibetanas não lhes permitindo evoluir ou sequer manter a sua forma de vida tradicional.
AMBIENTE
Durante os últimos quarenta anos, de ocupação chinesa, grande parte da vida selvagem da Região Autónoma do Tibete. Áreas florestais desvastadas, cursos de rios desviados, solos desgastados e espécies em vias de extinção.
Algumas zonas do Tibete servem ainda como depósito para o lixo nuclear chinês.
DIREITOS INDIVIDUAISDIREITOS INDIVIDUAISPág. 2/4
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