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| AMEAÇAS À IDENTIDADE |
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| TRANSFERÊNCIA
DE POPULAÇÃO |
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Desde 1950 que o número
de colonos chineses que se estabelecem no Tibete tem vindo a aumentar.
Os cidadãos chineses estabeleceram-se maioritariamente nas
zonas urbanas e aí controlam o comércio, sendo os principais
beneficiários do desenvolvimento económico.
De acordo com cálculos, baseados em estimativas, acredita-se
que um terço da população, residente na Região
Autónoma Tibetana, seja chinesa. |
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| CULTURA TIBETANA |
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A base da cultura tibetana
foi gravemente abalada quando as autoridades chinesas, durante a invasão
do Tibete, destruíram o sistema monástico.
Os anos de Revolução Cultural continuaram com a destruição
física dos mosteiros e monumentos tibetanos. |
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| LÍNGUA |
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A predominância do
chinês na educação, no comércio e na administração,
aliada ao processo de modernização, obrigam os tibetanos
a adoptar como língua o chinês,
pondo de parte a sua língua materna que já é
marginalizada pelos chineses. |
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| DESENVOLVIMENTO |
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A modernização
das áreas urbanas do Tibete, equipou as cidades com infra-estruturas
de saúde, transportes e comunicações. No entanto
os cidadãos tibetanos tem sido discriminados no acesso a estes
equipamentos.
A pobreza das gentes do Tibete, a exploração dos recursos
naturais do país e o fluxo contínuo de colonos chineses
tem tido um impacto negativo nas comunidades tibetanas não
lhes permitindo evoluir ou sequer manter a sua forma de vida tradicional. |
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| AMBIENTE |
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Durante os últimos
quarenta anos, de ocupação chinesa, grande parte da
vida selvagem da Região Autónoma do Tibete. Áreas
florestais desvastadas, cursos de rios desviados, solos desgastados
e espécies em vias de extinção.
Algumas zonas do Tibete servem ainda como depósito para o lixo
nuclear chinês. |
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DIREITOS
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